quinta-feira, 5 de maio de 2011

Contra a maconha.

Ele é contra a maconha...
Via: Haznos que também é contra

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16 comentários:

  1. ahuahauhauhauah
    eu tbm

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  2. MUITO BOM SEU POST PARABÉNS!!!!!

    QUEREMOS CONVIDA-LO A DIVULGAR SEUS LINKS

    AQUI NO PORTAL NEXUS, E TENHA MUITO MAIS VISITAS.

    PORTALNEXUS.BLOGSPOT.COM

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  3. As 11 internet mais rápida e mais barato do mundo... http://www.tiranada.com.br/2011/05/as-11-internet-mais-rapida-e-mais-barato-do-mundo/

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  4. ASUHSAUHSAUHSAUHASUHS
    legalize já

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  5. Ô SANTA KAYA!
    Legalizeee...

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  6. eles procuram mas não acham a trilha...

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  7. ta vendo eu faço a mesma coisa fumo para acabar com ela mas isso ninguem entende!!!

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  8. Simuladores e varias configurações !!!
    Confiram:
    http://ronyana.blogspot.com/2011/05/varios-simuladores-confiram-95-me-2000.html

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  9. cara de atitude! vou aderir a esta 'campanha' para acabar com ela! uahauhaua

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  10. Eu aderi há 15 anos atrás hauhauahua

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  11. kkkkk


    Tbm sou contra a maconha !

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  12. Não sou contra a maconha, mas sim contra o maconheiro que tem orgulho em usa-la.
    PEACE OF SHIT!

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  13. Fala-se, defende-se veementemente “a maconha”. Descriminalizar é o mesmo que "regularizar", e nada tema a ver com “legalizar”. De fato, quando se diz que a maconha deve ser regularizada, está-se querendo dizer que a dita cuja deve ser submetida a regulamento, a regras. Legalizar seria, portanto, torná-la legítima e, assim, qualquer usuário poderia encontrá-la em qualquer prateleira. Seja como for, vejo nessa tal “descriminalização” segundas intenções movidas por interesses escusos, algo muito mais funesto do que se imagina e o que se vê na atualidade, encoberto sob o manto da “descriminalização”. Que remédio o quê!! E quem neste país respeita regras? A maioria, não, especialmente políticos, poderosos! Não vê a lei do bafômetro? Diz-se também que a maconha não faz mal mais que o álcoolismo, o tabagismo. Pois bem. Os fatos têm demonstrado que muitos viciados em drogas mais pesadas têm, antes de ter fumado maconha, percorrido o caminho do tabagismo, do álcool, os primeiros estágios, e pode ter certeza: esse é o caminho do crack. Isso não dá certo, haja vista o que tem acontecido em países ditos de “primeiro mundo” (número de suicídas usuários de drogas é grande!). Falam em dar assistência a drogados na rede pública hospitalar. Ora! Se não há assistência condigna a quem não é usuário de drogas, que dirá a drogados. Só se for num desses cenários de hospital, da propaganda política em tempos de eleição. Ora! Essa é muito boa! Há décadas, tem-se lutado tanto contra o tabagismo, contra os alcoolismo e, agora, vem essa gente com essa conversa fiada de regularizar a maconha que, além de se constituir num problema de sáude pública, representa a derrocada da família, da sociedade. Cadê a Igreja? Cadê os padres, os pastores que estão todos os dias na TV fazendo milagres? Além do mais, o odor da fumaça da maconha é simplesmente repugnante, fétido, um horror. Se a fumaceira das baforadas de um tabagista ou o hálito de um cachaceiro incomodam a quem não é tabagista nem alcoólatra, imagine as de um maconheiro sentado ao seu lado ou mesmo distante, de você que não é tabagista nem alcoólatra, tampouco maconheiro?! Agora mesmo, enquanto digito estas linhas, tive que sair correndo para fechar as janelas do apartamento porque o vizinho do andar de cima se pôs a tragar o cigarrinho... O que é que desejam? Querem que o Brasil vire finalmente uma nação de zumbis, de alienados? No meu entender, esse negócio de traficante, de tráfico de drogas e de tudo do que disso decorre deveria ser encarado como um “problema de segurança nacional”. Quando principalmente certas pessoas que estão no poder, e nos bastidores dele, afirmam: “o Estado perdeu o combate às drogas”, causa-me espécie. Olha, aí tem!

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